A Advocacia vive momentos conturbados, caracterizada, inclusive, pela desacreditação da Classe e, pela descaracterização da profissão. - Cabe-nos a nós inverter este sentimento, e pugnarmos, firmemente, pelo afirmar da nossa Dignidade profissional e humana.
Só podemos exigir a respeitabilidade da sociedade civil se pugnarmos por manter uma postura dignificante da profissão que escolhemos, mesmo que esta tenha muitas espinhas. E nós temos que construir essa imagem de dentro para fora e, não, impo-la de fora para dentro.
É nos pequenos gestos e nas pequenas acções que nos denunciamos, e a Advocacia deve ser exercida com moderação, ponderação e, com formação cívica, sem atropelos e sem criticas e instigações mesquinhas, que mais não fazem, que fomentar uma má imagem da Advocacia.
O apelo que eu deixo é que, o Cliente vai, o Colega fica! O que significa dizer que temos que imperar na respeitabilidade de uns pelos outros, porque quanto mais nos protegermos e mais consideramos o Colega do escritório do lado, mais respeito receberá a Classe dos nossos "pares" e, da sociedade civil.
Por vezes, e digo-o a titulo de desabafo, fico entristecida quando assisto a Colegas, a instigar utentes da Justiça contra o Advogado "X", sugerindo participação à Ordem dos Advogados (quando não vão mais longe...). Como se ninguém tivesse telhados de vidro....- É que este tipo de atitude não dignifica a Classe! E não faz do instigador melhor Advogado que o Advogado "x"; Só descredibiliza a profissão e a imagem de uma Classe que se quer Digna.
Devemos sim pugnar pelos nossos interesse, mas também, pela união da Classe, porque, vivendo as oscilações sociais em que vivemos, se cada um remar para cada lado, vamos afundar-nos em conjunto. e, muito rapidamente
Esta é a forma com que estou nas coisas e, não consigo estar de outra forma.
Pugno pela união da Classe, pela sua Dignificação e, pela protecção dos nossos interesses, sendo certo que só o poderei conseguir, se tiver muitos a remarem no mesmo sentido.
A Advocacia que se está a exercer e a assistir nos tempos de hoje, está longe de ser a profissão que eu vislumbrei, mas penso, que ainda vamos a tempo de inverter o sentido da marcha e, procurar a dignidade que merecemos, e essa depende, sobretudo de nós.
Abraço, da Colega
Tereza Cabral
Só podemos exigir a respeitabilidade da sociedade civil se pugnarmos por manter uma postura dignificante da profissão que escolhemos, mesmo que esta tenha muitas espinhas. E nós temos que construir essa imagem de dentro para fora e, não, impo-la de fora para dentro.
É nos pequenos gestos e nas pequenas acções que nos denunciamos, e a Advocacia deve ser exercida com moderação, ponderação e, com formação cívica, sem atropelos e sem criticas e instigações mesquinhas, que mais não fazem, que fomentar uma má imagem da Advocacia.
O apelo que eu deixo é que, o Cliente vai, o Colega fica! O que significa dizer que temos que imperar na respeitabilidade de uns pelos outros, porque quanto mais nos protegermos e mais consideramos o Colega do escritório do lado, mais respeito receberá a Classe dos nossos "pares" e, da sociedade civil.
Por vezes, e digo-o a titulo de desabafo, fico entristecida quando assisto a Colegas, a instigar utentes da Justiça contra o Advogado "X", sugerindo participação à Ordem dos Advogados (quando não vão mais longe...). Como se ninguém tivesse telhados de vidro....- É que este tipo de atitude não dignifica a Classe! E não faz do instigador melhor Advogado que o Advogado "x"; Só descredibiliza a profissão e a imagem de uma Classe que se quer Digna.
Devemos sim pugnar pelos nossos interesse, mas também, pela união da Classe, porque, vivendo as oscilações sociais em que vivemos, se cada um remar para cada lado, vamos afundar-nos em conjunto. e, muito rapidamente
Esta é a forma com que estou nas coisas e, não consigo estar de outra forma.
Pugno pela união da Classe, pela sua Dignificação e, pela protecção dos nossos interesses, sendo certo que só o poderei conseguir, se tiver muitos a remarem no mesmo sentido.
A Advocacia que se está a exercer e a assistir nos tempos de hoje, está longe de ser a profissão que eu vislumbrei, mas penso, que ainda vamos a tempo de inverter o sentido da marcha e, procurar a dignidade que merecemos, e essa depende, sobretudo de nós.
Abraço, da Colega
Tereza Cabral
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